Marcava-se a ferro pra não se esquecer dos vazios –
Impalpáveis.
Eram, talvez, do espírito.
E não existindo ainda extensão, invento-a!
Só para vê-la se preencher no além-corpo.
Amor é doença de gente grande e calejada
Ela, tão pequena, devia ser paixão –
Impensada!
Sugerindo medidas quase sempre inexatas,
Costurei um par de assas, dessa vez.
Seus voos.
Suas quedas.
Sua liberdade de gente miúda a voar.